Ajuraçu (Macrauchenia patachonica)


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Bestiário


Ajuraçu bebendo água

Nomes alternativos: macrauquênido, liptoterno (português) ajuraçu (tupi), hatunkunka (quéchua).

Comprimento médio: 3 metros, mais 50 cm de cauda. Altura: 1,70 metro no lombo, 2 metros na cabeça e até 3 metros quando de pé sobre as patas traseiras para alcançar folhagens mais altas.

Massa média: 1.000 kg (+10),

Hábitat: América do Sul, de 7.000.000 a.C. até cerca de 18.000 a.C.

Inteligência Abstrata: -11; Inteligência Concreta: -5; Resistência: +2½; Proteção: +1; Tamanho: +1; Saúde: +2; Mobilidade: -1; Sentidos: +3 (Olfato: +10; Audição: +2; Visão: -2); Dificuldade de treinamento: +3.

Habilidades: Força: +13; Combate: +2; Esquiva: 1½; Natação: +6; Corrida: +6; Preparo físico: +2;  Caça: +1.

Manobras de combate: Coice: (3½ / 3½); Atropelamento: +2; Mordida: (2 / 2).


Características

Macrauchenia patachonica foi a última espécie da ordem dos liptoternos, que existiu apenas na América do Sul. Viveu de 7.000.000 a.C. a cerca de 18.000 a.C. A primeira descoberta de um fóssil desta espécie, na Patagônia Argentina, foi de autoria de Charles Darwin, durante sua histórica viagem a bordo do Beagle, por volta de 1830, mas seus ossos também são encontrados no Brasil, Paraguai, Chile, Bolívia e Uruguai.

Eram herbívoros do tamanho de um camelo, com cabeça pequena, pés com três dedos (como os rinocerontes) e narinas entre os olhos, provavelmente ligadas a uma tromba, como a das antas, do tamanho de uma bota. Suas pernas dianteiras eram longas que as traseiras, como a das girafas, o que não é típico de animais muito velozes. Porém, também eram resistentes a tensões resultantes de mudanças de direção, o que indica que tinha boa esquiva e era capaz de escapar de predadores poderosos, mas menos ágeis, como o dente-de-sabre. Também era, provavelmente, um bom nadador. Provavelmente ocupava um nicho ecológico similar ao das girafas, apesar do seu pescoço não ser tão longo.


O Brasil dos outros 500

No Brasil dos outros 500, o Macrauchenia patachonica é um animal comum nas áreas de savana e cerrado da América do Sul, do Planalto das Guianas à Patagônia. É conhecido como ajuraçu no Brasil e como hatunkunka no Tawantinsuyu. Sua carne é comestível e muito apreciada. Cooperativas guaranis do vice-reino do Paraná têm domesticado os ajuraçus e os usam para carne e como animais de carga, com razoável sucesso.


Atlântida

No universo de Atlântida, os ajuraçus são encontrados nas áreas tropicais e subtropicais do Continente Ocidental.


Solidariedade Galáctica

No Universo da Solidariedade Galáctica, os ajuraçus continuam a existir com a mesma distribuição do Brasil dos outros 500.